A indústria da moda continua crescendo e busca tanto bacharéis como tecnólogos para atender às mais diversas etapas da cadeia produtiva. “O mercado é imenso, começa na plantação do algodão até a repercussão da mídia depois dos desfiles”, explica Adriana Job Ferreira Conte, coordenadora do curso tecnológico da UCS, em Caxias do Sul (RS). As modas masculina, infantil, esportiva, praia e de lingerie são as mais carentes desse profissional. “A moda feminina é mais saturada”, diz Raquel Valente Fulchiron, coordenadora do bacharelado na Fasm. O estilismo ainda oferece oportunidades para a concepção de coleção de roupas, calçados e acessórios e para o desenvolvimento de produtos nas indústrias de matérias-primas, além da supervisão da produção, criação de estampas e costuras. Outro campo crescente é o da consultoria em tendências de moda para objetos de consumo, também chamados de “bens vestíveis”, como celulares e players (MP4, por exemplo). O planejamento e o gerenciamento de marcas com base em pesquisas de comportamento e consumo, a criação de tendências e a gestão de materiais também são setores fortes. Aumenta a demanda pelos consultores de moda para orientar pessoas a se apresentar em diferentes situações, assim como é boa a procura dos profissionais mais reconhecidos para atendimento pessoal a artistas e personalidades. Além disso, há campo na área educacional, nas faculdades de moda. Mas para dar aulas no ensino superior é preciso ter pós-graduação. São Paulo possui o maior número de ofertas de trabalho, e uma concorrência mais acirrada devido ao número de cursos de Moda oferecidos. Há também vagas no interior do estado. Na Região Sul, empresas de calçado costumam contratar os egressos, e há demanda para o trabalho nas malharias. Crescem oportunidades na indústria têxtil nordestina.
Salário inicial: a partir de R$ 2.000,00









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